INFORMAÇÕES
Kambô
Nome Científico: Phyllomedusa bicolor
Nomes Comuns: Rã Gigante da Amazônia, Kambô, Kampô, Acate...
A resina expelida pela rã arbustífera Pyllomedusa bicolor, que ocorre em toda a floresta amazônica e é considerada uma vacina e medicina milenar entre tribos que vêm desde o Perú até as matas brasileiras, contém substâncias peptídicas e analgésicas que ao entrarem na circulação sanguínea provocam uma forte reação no sistema imunológico, o que segundo alguns especialistas, promove uma profunda limpeza das impurezas do corpo e do espírito, além de um fortalecimento geral do indivíduo. Algumas tribos acreditam que o uso do Kambô aumenta a sorte na caça e atrai as mulheres.
Apesar de sua tradição milenar e profunda relevância na cultura popular de vários povos, independentemente de suas nações, a resina da rã foi proibida de ser anunciada no Brasil como "medicinal", ou que lhe sejam atribuídas quaisquer propriedades terapêuticas, por decreto da Anvisa no ano de 2004: http://www.anvisa.gov.br/DIVULGA/noticias/2004/300404.htm
Contudo, dentro de contextos étnicos e populares a aplicação da vacina ainda ocorre por xamãs e iniciados nos conhecimentos ancestrais, bem como seu uso, porte e comércio jamais chegaram a ser proibidos.
Apresentação do produto:
A resina vem seca, formando uma camada sobre uma madeira artesanalmente esculpida e preparada, então fechada com uma folha que a protege.
Estes itens são originários da floresta peruana, da tribo dos Matsés, os quais comercializam algumas de suas plantas e produtos para sustentarem progetos sociais e de preservação da cultura indígena.
Nosso produto é, portanto, vendido apenas como objeto de coleção, para análises, ou mesmo para uso tradicional devidamente caracterizado, desde que sob orientação de alguém com suficiente conhecimento na área e autorizado a ministrar o produto, para manter a sua própria segurança, não vá contra estas observações, o kambô pode produzir reações alérgicas fortes em algumas pessoas.
Segundo os Matsés, cada peça contém de 30 a 40 pontos, sendo que comumente são aplicados de 4 a 8 pontos por sessão.
Advertência:
Sabe-se que algumas pessoas apresentam forte reação alérgica ao Kambô, ficando elas com erupções e inchaços na pele (efeito conhecido como "cara de sapo"), taquicardia, dores de cabeça, náusea, vômitos, diarréia, tremedeira, distonia, calor intenso no corpo, falta de ar, entre outros são também reações colaterais conhecidas associadas ao uso do Kambô por humanos. Esta resina é um VENENO, por definição. Cuidado.
AVISO: Em nenhuma hipótese oferecemos este produto como medicinal, ou para fins terapêuticos. Caso padeças de qualquer doença, deves procurar orientação médica profissional.
SAIBA MAIS:
Matéria especial com 9 páginas (6 sobre o Kambô) da Revista Globo Rural: http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC821951-1484-1,00.html
Kambô no Brasil: http://www.leonideprincipe.com/portal/content/view/6/27/lang,pt_BR/
Os Matsés, e a "Medicina do Sapo" (blog): http://cocholateviajero.blogspot.com/search/label/Matses